Colegas de infâncias discutem por namorada. Ela morreu no lugar do namorado, conclui Polícia Civil [Portal VozdoCLIENTE]

Colegas de infâncias discutem por namorada. Ela morreu no lugar do namorado, conclui Polícia Civil Polícia Civil/MG


Divulgação/PCMG



As investigações sobre a morte brutal de um jovem, de 21 anos, resultaram no indiciamento e prisão de duas pessoas, de 21 e 25. Conforme inquérito instaurado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o crime, ocorrido no dia 13 de dezembro do ano passado, no bairro Tupi, região Norte da capital, ocorreu em razão de um desentendimento entre os envolvidos, nascidos e criados no mesmo bairro.

Durante operação policial, o suspeito de ser mandante do crime foi localizado e preso na última quarta-feira (3/2), em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos em Betim, na Região Metropolitana. Já o segundo investigado apresentou-se à polícia no dia seguinte.

Motivação

A delegada Ingrid Estevam, que coordenou as investigações, explicou que a motivação do crime seria o suposto envolvimento de um amigo da vítima com a namorada de um dos suspeitos. O ex-namorado da mulher, apontado nas investigações como mandante do crime, teria discutido com o atual por não aceitar o relacionamento dos dois. Após o desentendimento, ele se juntou a outro colega do bairro para planejar a morte do atual namorado da ex. A vítima, que era amiga do pretenso alvo, ficou sabendo dos planos dos suspeitos e decidiu avisar para o rapaz que ele corria risco de vida, motivo pelo qual ele se afastou do bairro.

Os suspeitos já sabiam onde o alvo pretendido costumava ficar e foram até o local na intenção de matá-lo. “Horas mais tarde, os dois autores retornaram ao local, viram que o alvo principal não estava na esquina e, como eles tomaram conhecimento de que a vítima o teria alertado sobre a possível execução, eles acabaram por executá-la no lugar do outro”, explica a delegada. O suspeito de ser mandante do crime dirigiu o carro durante a fuga, enquanto o amigo foi o responsável pela execução.

A vítima foi brutalmente espancada e morta com vários tiros. “O suspeito descarregou a arma na vítima, tamanha a raiva que estava”, ressalta Estevam, que ainda destaca as prisões dos investigados tanto como forma de repressão à ação criminosa como essencial para proteger a vida do outro rapaz. A vítima não tinha antecedentes criminais, enquanto os suspeitos possuem registros por tráfico de drogas.



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